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Comunicação e Cultura na Era Global

Autor: Magno, M.D.
Editora: NovaMente Editora

R$ 65,00

Para pagamentos em boleto, existe uma taxa de R$ 8,50

Não há coincidência de opostos. O andrógino é um sonho de neutralidade, ou de onipotência .

    

Ficha Técnica

ISBN: 85-87727-12-5
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 14 x 21 cm
Peso: 0.708 Kg
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2005
Número de Páginas: 408
Demo: Baixar Demo

Sinopse

O que constitui a modernidade é o fato de que o homem vai se pensar como a fonte de suas representações e de seus atos, como seu fundamento (sujeito), ou ainda como seu autor? A idéia de sujeito ainda serve para alguma coisa... que sirva (além de ser tema de teses universitárias)? E a idéia de autor é mais que o registro das propriedades autorais lançadas no mercado? O que é o humanismo? Segundo alguns, é a valorização da autonomia (obediência a leis e regras compostas como norma e que foram aceitas livremente), diferentemente do individualismo, que é a valorização da independência (pura e simples afirmação do Eu). Mas como aceitar livremente é constar da idéia de lei que o fato de desconhecê-la não exime ninguém da punição, isto só pode, no máximo, ser entendido como palavra dada entre pares aqui e agora. Ficando o termo 'livremente' prejudicado por não haver condição de saber que limites impõem a aceitação e o aval da palavra dada. Então, a modernidade, como dizem, surgiu culturalmente com a irrupção do humanismo e filosoficamente com o advento da subjetividade? A subjetividade é, no mínimo, plural, múltipla e, na melhor das hipóteses, um conceito que se pode e deve abolir. Se humanismo depender da idéia de autonomia em contraposição à de independência, esta autonomia dificilmente será conseguida, a não ser por consenso em determinado momento. E se esse consenso for aquele capaz de definir, para uma modernidade possível, uma idéia de democracia, qualquer um que, nesse escopo, ocasionalmente venha a pensar (portanto, comprometer-se com o advento do Novo) estará condenado, no máximo, ao linchamento e, no mínimo, ao ostracismo. Como lidar com a possibilidade de uma transcendência imanente? Ou seja, como declarar e garantir alguma ética quando se reconhece que não há transcendência? Estas quatro perguntas orientam o percurso de MD Magno neste livro, que transcreve seu Seminário de 1997, e no qual aplica a Transformática, a teoria psicanalítica da Comunicação que apresentara no ano anterior. Para ele, Cultura se define como “o modo de existência da espécie humana”. E o entendimento da Era Global, supostamente caracterizada pelo apagamento das fronteiras em todos os campos (do conhecimen-to, da geografia, das crenças etc.), só tem a ganhar se a pensarmos em franco confronto com a recalcitrância em sustentar as fronteiras: a tentativa de apagamento é sempre sustada no ponto exato onde se tornaria passagem para uma ordem inteiramente nova. Por estas indicações, podemos antever os desenvolvimentos sempre originais de MD Magno quanto ao que a psicanálise tem a dizer sobre a mo-dernidade, que jamais efetivamente se instalou, e sobre o pós-moderno, visto como a expansão da visão moderna no sentido da instalação definitiva de uma modernidade que se deseja e que ainda não se conseguiu (Projeto Pró-Moderno).


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