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Ad Sorores Quatuor - Os Quatro Discursos de Lacan

Autor: MD Magno
Editora: NovaMente Editora, 2008

O Seminário O Avesso da Psicanálise foi proferido por Jacques Lacan em 1969/1970. Menos de uma década depois, em 1978, no Rio de Janeiro, MD Magno realizava seu Seminário Ad Sorores Quatuor – cujo texto chega agora ao leitor –, dedicado ao tema dos Quatro Discursos então propostos por Lacan.

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Ficha Técnica

ISBN: 978-85-87727-20-6
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 16 x 23 cm
Peso: 0.530 Kg
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2007
Número de Páginas: 276
Demo: Baixar Demo

Sinopse

O Seminário O Avesso da Psicanálise foi proferido por Jacques Lacan em 1969/1970. Menos de uma década depois, em 1978, no Rio de Janeiro, MD Magno realizava seu Seminário Ad Sorores Quatuor – cujo texto chega agora ao leitor –, dedicado ao tema dos Quatro Discursos então propostos por Lacan. Às Quatro Irmãs, inscrição encontrada em antiga tabuleta romana em modo de anunciar oferta dos serviços profissionais daquelas que ganhavam com seus corpos (quae corpore merent), serve ao autor de mote para investigar as maneiras como se “incorporam” os discursos apresentados por Lacan. Propor a investigação dessa “incorporação” é buscar a razão ou modo de construção dos quatro discursos, ou seja, sua arquitetura. Às Quatro Irmãs, portanto, como quem diz às quatro letras (S1, S2, $, a) que, em giratório nos quatro lugares (agente, verdade, outro, produção), por suas diferentes posições, escrevem as possibilidades discursivas do falante. O que se busca, então, é o entendimento da proposição lacaniana de haver certas relações fundamentais estáveis que percorrem a multiparidade dos enunciados e de que é possível fornecer um aparelho escrito, no sentido de desconteudizado, matemizado e abstraído. Insiste-se na função do Impossível que percorre os quatro discursos, que só têm inteligibilidade pela hipótese psicanalítica do Inconsciente sexual, tornado arché de qualquer discurso ou lógica. Aí reside o ponto alto deste livro: a lição lacaniana do sujeito como puro corte – secção ou sexão, portanto –, e do significante como pura escansão, é aqui apresentada a partir de uma topologia do espelho. Não se trata da função especular, necessária ao entendimento lacaniano do sujeito como instalação da ordem simbólica, auxiliado pelo processo identificatório a partir da experiência da imagem do corpo como unidade coerente imaginária. É, antes, a lógica do espelho proposta como banda de Moebius, objeto topológico que permite anotar, como modelo de operação da mente, a competência originária de virar ao avesso o que quer que se apresente a essa superfície unilátera. Temos, portanto, o espelho agora topologicamente concebido como a lógica do Real. No percurso do autor de construir a Nova Psicanálise, este livro configura um momento importante, ao assimilar a noção psicanalítica de Real ao espelho enquanto função de Impossível e desejado atravessamento definitivo, que não há, experiência originária que, ela sim, viabiliza e suscita toda e qualquer travessia.


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