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AmaZonas - A Psicanálise de A a Z

Autor: Magno, M.D.
Editora: NovaMente Editora

Neste livro, que transcreve seu Falatório de 2006, MD Magno toma a idéia de AmaZonas como metáfora para falar de psicanálise de A a Z, e para situá-la “no concerto, ou desconcerto, das ditas terapias de curas contemporâneas e teorias adjacentes”. A tese de fundo é: “a função da psicanálise é a consideração do Inconsciente e pode acolher todos os saberes que funcionem para isso”.

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Para fazer um relativismo democrático, temos que ter a competência de entendimento de que as formações de saber são ferramentas e não podem ser crenças .

    

Ficha Técnica

ISBN: 978-85-87727-25-1
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 16 x 23 cm
Peso: 0.444 Kg
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2008
Número de Páginas: 198

Sinopse

Neste livro, que transcreve seu Falatório de 2006, MD Magno toma a idéia de AmaZonas como metáfora para falar de psicanálise de A a Z, e para situá-la “no concerto, ou desconcerto, das ditas terapias de curas contemporâneas e teorias adjacentes”. A tese de fundo é: “a função da psicanálise é a consideração do Inconsciente e pode acolher todos os saberes que funcionem para isso”. Em continuidade à concepção da psicanálise como Clínica Geral, já colocada nos anos 1980, explicita-se agora sua vocação de verdadeira bacia amazônica capaz de acolher em sua ortografia todos os discursos que lhe interessem, desde que apropriados e submetidos a seu próprio modo de uso. Enfatiza-se assim o específi co da postura do analista: receptividade plena, podendo usar técnicas de qualquer saber como ferramentas disponíveis. No exercício desta Psicanálise AmaZônica, o autor aperfeiçoa, entre outros, o conceito de Pessoa que apresentara dois anos antes. A Pessoa também tem essa vocação de pleno acolhimento, uma vez que é pensada como rede composta de inúmeros nós, os quais podem ser considerados como pólos abordáveis focal e franjalmente. Uma Pessoa, que se chama de Eu, é um pólo singular, mas com implicações infinitas, pois não há como saber onde termina a franja que abraça o seu foco. Portanto, ao considerar uma Pessoa (que não é sujeito ou indivíduo) sempre se faz um recorte que, uma fez operado analiticamente, acarretará conseqüências longínquas e imprevisíveis. Para o autor, o mais importante em Freud foi AmaZonar o campo: acolher tudo que havia disponível no campo psi – psicologias, psiquiatrias, neurologias e fisiologias, recolher para dentro da psicanálise, e reutilizar promovendo sua redistribuição. Isso o leva a tomar as supostas novas ciências relativas ao psiquismo – terapias cognitivo comportamentais, neurociências, ciências cognitivas, etc. – como inseridas no campo freudiano, sem o qual sequer teriam surgido. Por isso, uma descoberta científica recente como a de que a linguagem falada surge de um entendimento sintático gerado pelos neurônios-espelho pode ser incluída na idéia de função catóptrica e na lógica do Revirão, cuja estrutura está presente na psicanálise desde os anos 1970. É esta produtiva troca de experiências com todos os campos de conhecimento que acompanhamos neste livro em que o laboratório da psicanálise se posiciona à altura de processar e intervir nos andamentos de ponta do mundo contemporâneo.


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