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Economia Fundamental, MetaMorfoses da Pulsão

Autor: MD Magno
Editora: NovaMente Editora

R$ 45,00

Para pagamentos em boleto, existe uma taxa de R$ 8,50

    

Ficha Técnica

ISBN: 978-85-87727-54-1
Idioma: Português
Encadernação: Brochura
Dimensão: 16 x 23 cm
Peso: 0.419 Kg
Edição: 1ª
Ano de Lançamento: 2010
Número de Páginas: 260

Sinopse

Este livro, que transcreve o Falatório 2004 de MD Magno, trata da operação que Freud chamou de “economia das forças nervosas” quando nela se inclui a noção de quantidade. Isto, no sentido de reforçar que Freud tinha ambição de pensar mais o comum dos acontecimentos psíquicos do que a nosologia, esta sendo apenas o caminho para pensar como funcionamos.

Partindo de que “a base sobre a qual repousa a sociedade humana é, em última análise, de natureza econômica”, como diz Freud, a proposta de Magno é pensar sobre a Economia Pulsional, que constitui o fundo de toda a Psiconomia – nome que ele já sugerira para a psicanálise –, para depois retornar com mais recursos às formações progressivas, estacionárias e regressivas (anteriormente chamadas de nosológicas) presentes na lida com a clínica.

O foco está numa Economia Fundamental, reconfiguradora da Clínica como Economia das Formações no Mercado Pulsional. Nela vigora um Pensamento Perplexo, que valoriza a Indiferença, o Inumerável, e apregoa que a diferença e a multiplicidade, características do chamado pensamento complexo, se tornam aceitáveis e acolhíveis de fato só depois da Indiferenciação.

Falar em economia é considerar as composições do poder. Lacan já dissera que o inconsciente é capitalista, mas agora trata-se de partir de que o Haver é capitalista, pois o Inconsciente, para Magno, é o que se passa entre Haver e não-Haver. Será, pois, no contexto da Economia e do Inconsciente Capitalista que serão abordadas: a questão (trazida por Jean-Claude Milner) sobre os judeus e a democracia na Europa, aqui vista sob a ótica do Creodo Antrópico (conceito de 1995); as noções de alienação, apropriação e mais-valia, que se mostram dependentes do conceito de Transferência; os quatro tempos – composição, estatuação, catásfrofe e ruína – das Morfoses Regressivas (antes chamadas de psicoses), cujo efeito tem sido a generalizada difusão do processo de regressão sustentada, ou hipóstase firme, na vida das pessoas...

Sobretudo, é neste livro que o autor dá inicio à investigação direta dos conceitos de Pessoa e de Eu como formações constituídas de Primário, Secundário e Originário, e definidos como rede dotada de pólos, cada qual com uma região focal e uma região franjal infinita. Investigação esta que continuará nos anos subseqüentes com precisões importantes e necessárias, uma vez que as idéias de indivíduo e sujeito têm se evidenciado cada vez mais insustentáveis no mundo contemporâneo.


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