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Est'Ética da Psicanálise - Parte II

Autor: MD Magno
Editora: NovaMente Editora

Na segunda edição deste livro – que transcreve seu Seminário oral de 1991 –, MD Magno retoma os temas da Ética, da Estética e da fundamentação Erótica do Inconsciente, já introduzidos em 1989 com o mesmo título. Trata-se da Est’Ética da Psicanálise como Arte da re-estruturação permanente do Inconsciente, explicitando a Artificialidade do que há e denunciando a Perversidade Social em vigor no mundo contemporâneo.

R$ 12,00

Para pagamentos em boleto, existe uma taxa de R$ 8,50

    

Ficha Técnica

ISBN: 978-85-87727-41-1
Idioma: Português
Dimensão: 16 x 23 cm
Peso: 0.000 Kg
Edição: 2ª
Ano de Lançamento: 2017
Número de Páginas: 400

Sinopse

Na segunda edição deste livro – que transcreve seu Seminário oral de 1991 –, MD Magno retoma os temas da Ética, da Estética e da fundamentação Erótica do Inconsciente, já introduzidos em 1989 com o mesmo título. É a Est’Ética da Psicanálise como Arte da re-estruturação permanente do Inconsciente, explicitando a Artificialidade do que há e denunciando a Perversidade Social em vigor no mundo contemporâneo.

O autor apresenta os conceitos de Psicanálise Propedêutica e Psicanálise Efetiva, importantes para a reformatação do aparelho téorico-clínico da psicanálise que desenvolve desde os anos 1980. Eles possibilitam tratamentos originais aos temas do luto e da melancolia, do sigilo entre pares, da formação do psicanalista, da transferência (em suas modalidades alta e baixa), da teoria do conhecimento, do sujeito (em sua raridade), da paranoia (e seu sucesso), do um e do múltiplo...

A base para tratar esses temas está em outro conceito, o Revirão, que Magno aplica à ordem progressiva do funcionamento ético que a psicanálise pensa: não é a resultante de uma oposição tese-antítese que se daria como síntese, mas, ao contrário, por trás, e antes ainda de qualquer oposição, o que temos é uma Prótese (um postiço, uma fatura, um artifício do Haver). No jogo opositivo da tese com sua antítese, formula-se um salto quantitativo ou qualitativo por cima da oposição. Salto este que vai colocar novos agrupamentos de oposições refundando novas próteses.

A questão psicanalítica é, pois, mostrar que há uma prótese inarredável e indiferente na neutralidade da possibilidade do tético e do antitético a respeito de algo. Isso é protético tanto no sentido de ser anterior, base, primeiro pé dessa tese e dessa antítese, quanto no de que é Artifício de recorte.

Além disso, a clara exposição da situação a que a psicanálise chegara em 1991, dez anos após a morte de Lacan, torna este livro uma referência fundamental para o entendimento da posição que a vemos tomar hoje frente às recrudescências mentais, sociais e religiosas que continuam se agravando no início do século 21.


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