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Arte&Fato: a Nova Psicanálise: da Arte Total à Clínica Geral

Autor: MD Magno
Editora: Novamente editora

Esta edição inclui o Seminário Clínico, em que o autor apresenta as “Quatro Estações para uma Análise” (Separação, Dialetização, Equivocação e Indiferenciação), que embasarão suas concepções posteriores de Análise Propedêutica e Análise Efetiva. Pensar um Fim de Análise é questão sem interesse, pois o interesse está no reconhecimento da Entrada em Análise, cuja decorrência é: só é analisando quem é analista.

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Ficha Técnica

ISBN: 978-85-87727-76-3
Idioma: Português
Encadernação: brochura
Dimensão: 16 x 23 cm
Peso: 0.970 Kg
Edição: 2ª
Ano de Lançamento: 2018
Número de Páginas: 632

Sinopse

A reformatação que MD Magno vem promovendo desde a década de 1980, além de simplificar e unificar o aparelho teórico-prático da psicanálise, também o situa em consonância com os recentes avanços do campo do conhecimento. A segunda edição revista deste livro – que transcreve seu Seminário de 1990 – é mais uma oportunidade para acompanharmos suas pesquisas e reflexões originais sobre o agir humano considerado como Arte-e-Ofício (Artifício), e sobre a prática freudiana entendida como Clínica Geral que não se restringe ao espaço dos consultórios.

Na primeira parte, o autor apresenta uma introdução às bases de sua teoria, retomando temas como: o Inconsciente e a linguagem, as estruturas do psiquismo e do Haver, a crítica do Falo, os Quatro Sexos, os Estilos ou patologia fundamental decorrentes da sexuação, e a Ética da aproximação da subjetividade.

Destaque-se nesta parte a retomada da obra de Marcel Duchamp, na qual, segundo o autor, já estão as invenções: do Revirão como conceito pós-etológico do falo; do Terceiro como indiferente à dualidade; da reapreasentação do Pleroma, evidenciando a compatibilização entre esta tese psicanalítica e estudos da cosmologia contemporânea, acrescida da aproximação entre a lógica ternária do Haver e o Princípio Antrópico.

Na segunda parte, em interlocução com as construções matemáticas e filosóficas de Alain Badiou, Magno ressalta a contundência e a atualidade dos pontos fundamentais da Nova Psicanálise.

Por exemplo, a indicação de que, ao invés de explicar a fundação do humano pelo linchamento, como fazem as teorias e os fatos sociais, é preciso insistir em sua abstração de modo a entender o linchamento que se instala na aderência do macaco a determinada estrutura.

Esta e muitas outras proposições têm como resultado uma renovação na compreensão das questões da Lei, da política, da nosologia geral (neurose, psicose e morfose), e da Cura psicanalítica vista como aposta no vigor da Arte Total.

Esta edição inclui o Seminário Clínico, em que o autor apresenta as “Quatro Estações para uma Análise” (Separação, Dialetização, Equivocação e Indiferenciação), que embasarão suas concepções posteriores de Análise Propedêutica e Análise Efetiva. Pensar um Fim de Análise é questão sem interesse, pois o interesse está no reconhecimento da Entrada em Análise, cuja decorrência é: só é analisando quem é analista.


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